Bar do Justo


Um Bar como deve ser!!!!



É pá. Isto é que era um Bar...

Que é feito dos companheiros de bebida?

Mas afinal o que vinha a ser BRUX?


Após uma ausência de todos os frequentadores do "Bar", reapareço para perguntar aos demais companheiros, se alguém se recorda onde foi encontrada esta peça única, e a que produto se encontrava associado o nome desta embalagem. Informo os demais que a alcunha do Waick é bastante anterior à data do achado. Penso que o companheiro da escrita fina, saberá tão bem como eu, deslindar este mistério...
Abraços Waickianos.
P.S. Apareçam para um copo. Encontrei o Bar muito sujo, correio por abrir com contas para pagar...

após mais de 25 anos passados

... o que eu gostava mesmo de saber era, quem é que afinal era melhor:

o
to cut a long story short
ou o
the freeze?

o
i just can't get enough
ou o
people are people?

o
come on eileen
ou o
geno?

o
girls on film
ou o
planet earth?

o
lessons in love
ou o
running in the family?

o
rua do carmo
ou os
cavalos de corrida?

o
tokyo
ou o
guilty?

o
today
ou o
talk talk?

o
chiclete
ou o
cairo?

o
open your heart
ou o
don't you want me?

a
rapariguinha do shopping
ou o
chico fininho?

o
who can ir be now
ou o
down under?

o
i want let the sun go down on me
ou o
wouldn't it be good?

o
enola gay
ou o
souvenir?

o
only you
ou o
don't go?

vá, digam-me?

Jet Set Willy

E depois, dando a volta pelo prédio do Cara-de-Homem, atravessou os telhados, saltou entre os prédios e entrou pela janela do Bar do Justo. Uma vez lá, o confrade do senhorio fez-lhe chiu por sinais e mostrou-lhe outras simulações do seu percurso aventureiro...
Nesse dia foi reservado o direito de admissão.

Matthew Smith, Jet Set Willy (para ZX Spectrum), 1984.

"Vê lá se o gajo não tem mesmo cara de Conhé..."


Na sequência de um comentário feito aqui há atrasado, revela-se então o infeliz. Que afinal até se chamava José Antonio Mendoça Ferreira e chegou a ir aos treinos da selecção.

Sabe-se que não chegou a ser internacional, mas pelo menos tinha uma bela alcunha.

quelho

realmente uma geração que cresceu sem random acess memory tinha de fazer das tripas coração para inventar formas de brincar.

já aqui foram faladas algumas delas. outras, serão mais tarde também discutidas. hoje lembrei-me que costumavamos fazer na minha escada "campeonatos de defesas".

e aqui tenho de fazer homenagem ao grande zé "galrinho bento" burrié que era sem dúvida o melhor de nós todos.

a coisa era muito simples: havia um que era o rematador e os restantes combinavam entre si, em segredo, nomes de guarda-redes (tu és fulano, tu és sicrano, etc). depois de apresentados os nomes à escolha - sem saber quem tinha escolhido quem - o rematador enunciava a ordem pela qual os guarda-redes seria postos à prova, através dos seus remates e das respectivas defesas. eram atribuídos pontos por cada defesa que fosse efectuada - meio ponto se fosse um defesa fraquita, um ponto se fosse uma defesa já com alguma dificuldade ou se fosse uma bojarda, ponto e meio se fosse uma defesa para o boneco e dois pontos, raramente atribuídos se fosse a chamada defesa para o slide (muito acima, portanto, da fotografia). ao fim de três golos consentidos, verificava-se qual a pontuação acumulada e passava-se ao guarda-redes seguinte.

lembrei-me disto porque há nomes que só mesmo quem tivesse jogado aos campeonatos de defesas, ainda se recorda.

a saber:

- zé gato - mítico
- koncilia - autríaco
- sepp (dizíamos "set") meier
- tibi - primeiro do porto e depois do famalicão
- fonseca
- ferro - o do bairro
- bento
- damas
- cerqueira - do penafiel ou do salgueiros?
- leão
- matos - nessa altura no boavista
- conhé - talvez no braga
- botelho
- fidalgo - nessa altura, se calhar, no sporting
- clemence - que era pronunciado como cléménç
- arconada
- shilton
- meszaros
- delgado
- benje - nessa altura no leixões
- pfaff
- zoff
- fillol
- ectori (ajudem-me que eu não sei escrever o nome deste gajo)
- melo - o da académica
- helder - o da académico de viseu
- vaz - do setúbal e depois também do académico de viseu

Elkie Brux

Separados à nascença?

Vi uma coisa ali que está mal.

Assim é que está bem.

Imagem do saudoso actor António Assunção daqui.


Eu sou o Avô Cantigas...

O Ambrassé, Abrassassé ainda tinha desculpa por ser em linguagem dos bárbaros. Mas Eu sou o Avô Cantigas, Todos os rapazes são minhas amigas que desculpa terá?



O Estomatologista Acidental

Recuperando a memória de José Sebastião da Silva, dito o Cô por uns e Sabastião pelos amigos, vem-me à luz uma conversa a que assisti junto com um amigo.

Podia ter sido coisa de teatro de revista, mas passou-se na Secretaria do Clube.

O Baptista entrou a arfar, carregando o peso de 90 kilos trazidos escada acima. Vai o Cô e virou-se para um terceiro que ali estava presente:
- Calha bem ter aparecido o Baptista. Se há gajo que percebe destas coisas, é ele.

O outro (de quem esconderemos o nome por razões que se tornarão óbvias) encolheu os ombros, enquanto contava fichas médicas de jogadores da bola. Então o Cô retornou:
- Epá, sabes qu'este gajo agora apareceu-lhe uma fistúla numa engive. Anda p'aí cheio de dores e nem sabe o que fazer.

Então o Baptista, que primava por conseguir meter asneiras num Pai Nosso, arvorou-se de dentista e largou de primeira:
- É parar co'os broches. Se o gajo deixar de fazer broches, não lhe aparecem essas merdas na boca.

Na mesa coberta com um calendário de cartão riscado, o outro parou de contar fichas médicas. Mas conta a história que com os maus hábitos ele nunca pararia.

E nada mais digo.



Sebastião Cô

O Sebastião Cô não sei se vem do tempo da fundação do Vitória mas passa de certeza pelo da brilhantina no cabelo. Se falei com o Cô - pelo menos que me lembre - já não me lembro. Nem sei se ele alguma vez terá sabido quem diabo era eu. Mas a verdade é que eu sei uma história do Cô. Quem ma contou foi o Ruizinho da Júlia - esse pobre diabo que à partida e depois tinha o suficiente para poder hoje escrever um blogo, e ao fim e ao cabo deu na desgraça que se sabe. Quem lhe a ele contou esta história foi o sr. Alberto, o pai.
O Cô, como já disse, vem do tempo da brilhantina, e já agora do Petróleo Olex. Vós que guardais certamente melhor memória dele que eu heis-de vos lembrar daquele cabelinho sempre coladinho à cabeça; alguma vez o vistes sem aquele penteado pipi? Pois bem parece que o Cô em novo não tinha muita massa para abrilhantar o cabelo com produtos de drogaria barata. Mesmo sem brilhantina para o cabelo o Cô tinha ideias brilhantes: usar óleo da frigideira. Não tinha nada que saber: fritava o peixe e ao depois ainda aproveitava o óleo para alindar o penteado (maximização de recursos, chamar-lhe-iam agora). Foi um êxito: produto resultava resultava tão limpinho como se fora brilhantina. Nem o cheiro se notava por aí além. Até que um dia um dos lá do Vitória descobriu um olho de peixe no penteado dândi do Cô.


O Google anda estranho. Do Sebastião Cô há outros textos e até uma fotografia na Internete (essa que vedes aí, subtraída dum blogo qualquer - o Cô é o da esquerda) e o melhor que sai da busca é isto...
Será que usam óleo de peixe na máquina de co-incinerar?

Postal de Natal pagão.


Escola primária da Picheleira [vista do campo do Vitória], Lisboa, 1956.
Armando Serôdio, Arquivo Fotográfico da C.M.L..

tenho de me continuar a chatear?

a propósito deste infame post, tenho de esclarecer o seguinte:

1) o vitória não era meu. nem poderia. era do clube. eu fui um fiel depositário do bicho.

2) sucede que o bicho, por alturas de 81/82 começou a frequentar com regularidade o patamar da minha escada. lembro-me perfeitamente, durante o mundial de espanha, após os jogos, eu tinha de o ir levar ao sô zé do campo (que deus tem) porque se não ele não arredava pé.

3) no outono desse ano, muito friorento e chuvoso, com a anuência do sô zé do campo (que deus tem) e da dona alice do campo, decidimos abrir-lhe as portas da nossa casa.

4) o bicho era alimentado, pela minha mãe, eu dava-lhe banho e catava-lhe a bicheza, nós é que o levávamos à vacinação, perdoavamos-lhe as quecas que dava à cadela do cara-de-homem, morreu nos meus braços ali pelas redondezas da rotunda das olaias e tu vens-me com merdas sobre a propriedade do bicho. é claro que com estas acções todas eu posso dizer que também era meu. ok?

5) a pergunta que se impõe é a seguinte: é mais importante destacar a propriedade (ou não) do animal ou a qualidade de vida que a família jaime deu à mais querida mascote do clube (pronto, ok, em pé de igualdade com a cajoca - a mãe, entenda-se!) no outono e inverno da sua vida canina - com capa de calfe (atenção que era forrada a carneira sintética) e tudo?

6) olha, olha, apanham-me num dia bom, apanham!

Abaixo a Revolução

Há uns meses atrás, lembrei-me de alvitrar ao Dar Braxton:
- Epá, e se fizéssemos um blog para falar das cenas lá do bairro. Primeiro arrancávamos e depois convidávamos o Port e o Waick para se juntarem a nós. O que é que achas?

Com inusitado carinho, o Dar pegou na empreitada e do princípio ao fim (que venha longe), tratou de criar este canto. Ou não se fosse ele o dono do efémero bar.

Mais tarde, o Port (para nossa emoção) juntou-se à casa. E, passadas umas semanas, tivemos o prazer de ver o Waick a entrar-nos pelas portas adentro.

O Dar emprestou-nos a sua prodigiosa memória e o Port a sua nobre presença patriarcal. Mas quando chegou o Waick, chegou o humor selvagem que o amigo Zé Gonçalves definiria como ninguém.

Só que hoje, ao olhar para o perfil do blog (ou blogue ou blogo, ou o que os amigos preferirem), percebi que o amigo Waick Banan saiu do Bar. Cada um tem a sua vida e aqui não se fazem perguntas.

Mas este Bar, amigo Waick, é de todos os quatro. Não é só seu. Portanto, se foi você que o convidou, trate de desconvidar o PEDRO OLIVEIRA que você decidiu juntar ao grupo.

É que, meu amigo, isto não é a Libéria. O Poder ainda não caiu na rua. Ou você se compõe ou o Dar (ele já ameaçou) risca a sua cara do desenho.

Semi-parafraseando o amigo Port, deixe-se lá de paneleirices.

Mostrem-me a Acta!

Car'amigo Dar,

Deixe que lhe diga que entendo a sua frustração. Não se põe assim em cheque tão vetusta personalidade do bairro. Se tivessem lançado um concurso para o Segundo Cão Mais Mediático do Bairro da Picheleira (Zona Velha), ainda se admitia. Agora, equiparar o Vitória ao Poli é mais do que suficiente razão para o seu protesto.

Tenho, contudo, para mim, que a sua resposta tem uma razão escondida. Não será porque havia um cigano do bairro que o tratava a si por Vitória e não pelo seu nome de baptismo? É que assim, mais do que uma ofensa ao seu animal, estão a ofendê-lo pessoalmente. Cá para mim, inclino-me para este argumento.

Por outro lado, e na esperança que a nossa amizade não saia perturbada, tenho-lhe a dizer o que me anda engasgado há anos:

Quem é que lhe deu o Vitória?

Quem é que tinha o poder de o fazer, sabendo-se que o cão pertencia ao CLUBE?

Foi essa transação sufragada em Assembleia Geral?

Ou, pelo menos, lavrada em acta de reunião de direcção?

Assim, digo-lhe sem que haja razão de dúvida: o cão Vitória, meu querido amigo, era tanto meu como seu.

Sei que não lhe aturei a flatulência (a do cão), nem lhe deitei comida na malga. Mas, olhe, pelo menos, também nunca o embarretei numa capa de calfe.

tenho de me chatear, tenho!

Sobre este post tenho a dizer o seguinte:

1) quem é que se lembra de colocar em causa o poder mediático do meu cão?

2) eu relembro o seguinte: o meu cão era guarda dumas instalações desportivas, era mascote da maior agremiação da freguesia e era adorado por todos os associados dessa instituição de utilidade pública - recebia torresmos directamente do talho do chitas.

3) um dia na sede, o vitória deu uma mijadela na perna duma mesa de jogo, lá do primeiro andar. o olho peixe-espada queria dar-lhe um safanão. então o greno levantou-lhe a voz e disse-lhe: ó olho, esse mija onde entender. vai mas é buscar a esfregona e limpa lá a mijadela.

4) esclareci a coisa ou não?

5) (esta foto demonstra a cartonância do meu bicho. quantos cães na picheleira tinha uma capa de super-herói, assim, em calfe?


Cão mais "mediático"

Como tenho achado o Bar, um bocado pó parado, (deve ser do Natal) gostaria agora de propôr um inquérito aos demais companheiros :

“Qual o cão mais mediático do bairro?

a) Vitória – bonito rafeiro, entregue aos cuidados de Dar, já numa fase em que andava um bocado afanado, que o beijava como se de um irmão se tratasse;

b) Bejagó – outro bonito rafeiro, pertença de uma senhora que não me lembro agora do nome, mas que morava no prédio americano, mesmo ao lado da loja de Dar;

c) King – esse pastor alemão que me assustava à brava, cada vez que passava em frente à oficina do Horácio.

Aceitam-se mais nomeados, que possa ter esquecido por lapso...
Um abraço Waickiano para os demais.

amigo

já tenho o mp3, quem quiser ter a música, sabe onde me encontrar.

até lá vão cantando.

Amigo, amigo
Amigo, oooh
Amigo, amigo
Amigo, oooh

Amigo, migo, migo, migo, ooohooohooo
Amigo, migo, migo, migo, ooohooohooo

Jah lover, another mislead you on
Shoop, shoop, wahoooha
Another, another mistreat you wrong
Shoop, shoop, wahoooha

Leave it to Jah and he will guide you on
Shoop, shoop, wahoooha
Just have faith, he'll show you the way to go
Shoop, shoop, wahoooha

Oh, no, wahoooha
Shoop, shoop, wahoooha
Oh, no, wahoooha

Amigo, amigo
Amigo, oooh
Amigo, amigo
Amigo, oooh

Jah lover, another mistreat you wrong
Shoop, shoop, wahoooha
Another, another desert you on
Shoop, shoop, wahoooha

Just have faith and Jah will guide you on
Shoop, shoop, wahoooha
Leave it to Jah and he will guide you on
Shoop, shoop, wahoooha

Oh no, wahoooha
Shoop, shoop, wahoooha
Wahoooha

Jah lover, jah lover
Jah lover, oooh
Jah lover, jah lover
Jah lover, oooh

Amigo, migo, migo, migo, oooh
Amigo, migo, migo, migo, oooh

Amigo, amigo
Amigo, oooh
Amigo, amigo
Amigo, oooh

Amigo, migo, migo, migo, ooohooohooo
Amigo, migo, migo, migo, ooohooohooo

Jah lover, another mislead you on
Shoop, shoop, wahoooha
Another, another mistreat you wrong
Shoop, shoop, wahoooha

Enquanto o Marco Paulo não arriba ao Tubo...

É interessante ver como variam as impressões de cada um sobre a jukebox do careca. E no entanto estão todas certas. Pelo menos de vós para mim.
Era o Cliff Richard?
Era pois!
Era os Black Slate? (Esta estava enterrada sob camadões de sedimento memorioso.)
Sim senhor!
Mas antes desses, para mim era o Marco Paulo, Tão Sentimental, a cantar à desfilada com as coristas:

Minha aventura!
Quem é? Quem é?
Minha Loucura!
Quem é? Quem é?


[...]

Nenhuma esperança
Nenum sinal

E continuas tão sentimental


Estais lembrados?
Aqueles guinchos quem é quem é, houve um dia que eu e alguns ali na rua - não me lembra quem - nos pusémos a berrar sobre o coro NHÃ NHÃ! NHÃ NHÃ! para dentro da leitaria, para o Fernando Barbosa (tio do Zezinho Burrié). Às tantas fomos corridos a baldes de água e acabou-se o NHÃ NHÃ! NHÃ NHÃ!
Mas houve mais que marcaram a época: a Logical Song; o I Was Made dos Kiss; e uma dos Queen, deixa cá ver...


jukebox do careca

para mim, a jukebox do príncipe tem dois nomes, assim, imediatos: cliff richard (we don't talk anymore) e black slate (amigo).

do primeiro deixo aqui uma actuação ao vivo.




do segundo deixo a capa do disco.



é o que se conseguiu arranjar.




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