Mostrem-me a Acta!
0 Comments Published by Seth Sacannalive on quinta-feira, dezembro 14, 2006 at 13:04.
Car'amigo Dar,
Deixe que lhe diga que entendo a sua frustração. Não se põe assim em cheque tão vetusta personalidade do bairro. Se tivessem lançado um concurso para o Segundo Cão Mais Mediático do Bairro da Picheleira (Zona Velha), ainda se admitia. Agora, equiparar o Vitória ao Poli é mais do que suficiente razão para o seu protesto.
Tenho, contudo, para mim, que a sua resposta tem uma razão escondida. Não será porque havia um cigano do bairro que o tratava a si por Vitória e não pelo seu nome de baptismo? É que assim, mais do que uma ofensa ao seu animal, estão a ofendê-lo pessoalmente. Cá para mim, inclino-me para este argumento.
Por outro lado, e na esperança que a nossa amizade não saia perturbada, tenho-lhe a dizer o que me anda engasgado há anos:
Quem é que lhe deu o Vitória?
Quem é que tinha o poder de o fazer, sabendo-se que o cão pertencia ao CLUBE?
Foi essa transação sufragada em Assembleia Geral?
Ou, pelo menos, lavrada em acta de reunião de direcção?
Assim, digo-lhe sem que haja razão de dúvida: o cão Vitória, meu querido amigo, era tanto meu como seu.
Sei que não lhe aturei a flatulência (a do cão), nem lhe deitei comida na malga. Mas, olhe, pelo menos, também nunca o embarretei numa capa de calfe.
Deixe que lhe diga que entendo a sua frustração. Não se põe assim em cheque tão vetusta personalidade do bairro. Se tivessem lançado um concurso para o Segundo Cão Mais Mediático do Bairro da Picheleira (Zona Velha), ainda se admitia. Agora, equiparar o Vitória ao Poli é mais do que suficiente razão para o seu protesto.
Tenho, contudo, para mim, que a sua resposta tem uma razão escondida. Não será porque havia um cigano do bairro que o tratava a si por Vitória e não pelo seu nome de baptismo? É que assim, mais do que uma ofensa ao seu animal, estão a ofendê-lo pessoalmente. Cá para mim, inclino-me para este argumento.
Por outro lado, e na esperança que a nossa amizade não saia perturbada, tenho-lhe a dizer o que me anda engasgado há anos:
Quem é que lhe deu o Vitória?
Quem é que tinha o poder de o fazer, sabendo-se que o cão pertencia ao CLUBE?
Foi essa transação sufragada em Assembleia Geral?
Ou, pelo menos, lavrada em acta de reunião de direcção?
Assim, digo-lhe sem que haja razão de dúvida: o cão Vitória, meu querido amigo, era tanto meu como seu.
Sei que não lhe aturei a flatulência (a do cão), nem lhe deitei comida na malga. Mas, olhe, pelo menos, também nunca o embarretei numa capa de calfe.
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