O novo adversário
5 Comments Published by Seth Sacannalive on quinta-feira, setembro 14, 2006 at 20:23.
Fosse no Oriental ou na Tuna de Chelas, o regresso ao balneário nunca era empurrado pelo desânimo:
- Viste a cueca que eu dei ao gajo?
- E aquela de calcanhar? Bem, se aquela entra…
Qualquer testemunha mais desavisada, veria naqueles cinco de tronco nu um rolo compressor a voltar à base. Trazendo os ténis nas mãos, era como se ostentassem orgulhosamente as mortíferas armas do crime. Quase que dava para adivinhar que, no balneário do lado, um enlameado guarda-redes adversário estaria sentado no chão, enquanto as mãos lhe seguravam a cabeça.
Em suma, não se diria que aquele exército de alegre virtuosismo pudesse ter sentido qualquer resistência no ataque às linhas oponentes. Mas muito menos se diria que o score tinha ficado em 2 a 6. Para os outros.
O futebol de salão era assim. Nem sempre se ganhava. Mas como qualquer desporto que sorria aos tecnicistas, havia sempre um jogo dentro do jogo. Fazer mais golos era importante. Mas o que mais tarde se lembrava eram as duas ratas na mesma jogada que o Fanã tinha feito ao calmeirão com a camisola do Bayern.
Nesta faceta do jogo, a equipa da Praceta interpretava essa filosofia com grande seriedade. Uma defesa não seria defesa se o guarda-redes não caísse no chão de seguida. Melhor que isso, só se ele socasse uma bola sobre a trave para na queda se emaranhar nas redes da baliza.
Ficou histórica uma parada do Jorge num campo para os lados de Alvalade: chovia como nunca e quando ele esmurrou para cima um forte remate, um relâmpago rebentou nos céus trovejantes. Ninguém mais se havia de esquecer.
Tanto perdiam como ganhavam, mas nunca, por nunca ser, entregavam o mérito da abertura do marcador. Assim que o jogo começava, assistia-se a um vigoroso raide à baliza adversária. E só se descansava, quando se desfloravam as redes. A partir dali, a poupança de esforços passava a dominar a actuação.
No entanto, que não se fique com uma ideia errada: a equipa da Praceta era uma equipa de ataque. Bastava para tal pousar os olhos no seu sector defensivo. Isto se se puder chamar de sector a uma única camisola que, qual tresloucado iô-iô, ia do lado esquerdo ao direito do campo, tentando chegar aos dois ou três oponentes que trocavam a bola entre si.
Num deliberado sistema 1x3, os avançados da equipa assistiam pausadamente à angústia defensiva. E, a cerca de dez metros da cena, aguardavam que um corte providencial pudesse originar uma eficaz transição defesa-ataque. Se desse em golo adversário, eles regressavam ao seu meio-campo (é sabido que se reiniciava ali o jogo). Mas se o defesa ou o guarda-redes tivessem feito o papel que lhes cabia, eles já estavam onde deviam. Junto à área dos outros.
E aí aqueles três feiticeiros da nota artística estavam como peixes na água. O Paulo do 2 (na Praceta, os números dos prédios eram também apelidos) jogava com souplesse de anjo. Dava sempre as boas-vindas à bola com uma suave carícia e tal era a sua técnica que parecia ter mãos em lugar de pés. Não sabia defender e, talvez por ciúme, só no limite é que deixava a bola para alguém. Mas, quando o fazia, podia eliminar a oposição de dois suados e resfolegantes defesas com um sereno toque de calcanhar. Depois, ainda que com antecipada saudade, fazia-a sair redondinha para os pés do Fanã.
O Fanã cabeceava como o Rui Águas e até era melhor de pés do que ele. Era pena que o futebol de salão fosse desporto de bola rasteira. Mas, se assim não fosse, ele não faria tantas vezes aquela finta em rodopio que deixava os adversários à procura do esférico. Não vinha muito à defesa e só passava a bola quando não havia (mesmo nenhuma) hipótese de rematar à baliza. Mas, se (e só se) houvesse um muro a tapar-lhe o alvo, era homem para levantar a bola e passá-la para o Brux com o ombro esquerdo.
O Brux pertencia à fina estirpe de atacantes que do imobilismo absoluto, surpreendia toda uma matilha de defensores ao explodir para uma velocidade warp. Com a sua desconcertante finta em progressão de um pé para o outro, era a modos que o Romário da Praceta. É certo que nunca se aproximava da sua defesa e desconhecia o conceito da desmarcação dos colegas. Mas, quando chegava à rede adversária, era um assassino desapiedado. A menos que a vontade lhe desse para um remate à trave depois de fintar duas vezes o guarda-redes. O que, segundo os parâmetros da Praceta, era façanha para mais tarde recordar.
Nesta ordem de coisas, o time da Praceta era admirado no bairro. E, se se podia perder além-fronteiras, já a Picheleira não tinha equipa à altura daqueles cinco. Foi então que começou a surgir o rumor:
- Parece que o Fã vai fazer uma equipa de futebol de salão.
A primeira reacção foi de surpreendida displicência. O Fã podia virar os cinco do avesso só com o braço esquerdo, mas não havia um único cigano com reputação de temível futebolista. Assim, mais ninguém pensou no assunto.
Mas, numa Terça-Feira à noite, enquanto os da Praceta jogavam (conta-se que já estavam a ganhar 1-0), o Fã foi visto a entrar na Tuna de Chelas. E, durante todo o tempo do jogo, ali ficou. E com modos de observador de clube estrangeiro.
No fim do jogo, enquanto alguém falava de um golo de bicicleta, o Fã aproximou-se no seu passo gingado em que não assentava os dedos dos pés no chão. E, com as mãos cruzadas atrás do fundo das costas, fez um sinal com a cabeça ao Malveira.
Do Malveira não se falou ainda aqui. Ele era o 1 do sistema 1x3. Em suma, ele era o desamparado sector defensivo. Não tinha a arte dos demais e, apesar de insistir que punha a bola onde queria com os seus passes em profundidade, o resto da equipa demorava-se num unânime silêncio quando chamados a concordar com os seus dotes de distribuidor de jogo.
Por isso, diz quem viu que ele até encheu o peito quando o cigano Fã lhe gaguejou:
- Tu-tu, tu és, e-e-e-, tu és um grande e-e-e tribulidor e-e-e de jogo.
- Chiça, ó Fã, hoje nem joguei nada.
- Na-na-não, jo-jogastes bem. Jo-jogastes bem.
- Olha, deu p’a ganhar. Mas os outros gaj…
- Ou-ouve. Ou-ouve o que e-e-e eu te vou e-e-e dizer.
- Diz, diz.
- E-e-e-e não que-que-res ir jogar p’ra e-e-e minha equipa?
Quem estava perto, diz que o Malveira ficou branco. O Fã, de quem se contava ter morto um tipo na prisão, não era do tipo de pessoas a quem seria fácil dar um “não” como resposta.
- Epá, ó Fã, já jogo com o pessoal desde miúdo. Gostava de ir jogar para ti, mas depois o pessoal nem me falava.
- Ou-ouve. Ou-ouve. Man-mandei e-e-e fazer umas e-e-e-e camisolas e-e com o nome e-e-e-e-e nas costas.
- Ó Fã, desculpa lá, pá. Mas há-de haver aí montes de gajos a quererem ir p’a tua equipa.
- Que-que-quero um e-e-e tribulidor de jogo. Mas se e-e-e não vens, então e-e-e não vens.
A partir daí, ficou-se a saber. Não era história. O Fã estava a fazer uma equipa para jogar contra eles. E até ia mandar fazer camisolas com os nomes nas costas.
Quando, passadas umas semanas, a equipa do Fã ficou pronta, ele mandou entregar o desafio. E quem fez o anúncio até foi o Jorge, tido como o melhor guarda-redes da Praceta.
- Olha, o Fã quer jogar contra nós amanhã.
- O Fã? Mas ele sempre arranjou gajos?
- Então, joga o Maria do Rio, joga um gajo que é dos seniores do Palmense… Os outros não os conheço.
- E quem é que joga à baliza dele?
Foi então que caiu a bomba. Um verdadeiro autogolo no último minuto.
- Pá, eu vou passar a jogar deles.
- Vá lá, quem é o gajo?
- Sério. Vou jogar na equipa dele.
- O quê, vais jogar do Fã?! E dizes isso agora?
- Epá, desculpem lá. Ele até já mandou fazer uma camisola com o meu nome.
Num sinal dos tempos, a equipa da Praceta tinha sido desfalcada por um adversário com maior poderio financeiro. O Jorge sempre tinha jogado ali. Mas, ao primeiro convite, não resistira à tentação de melhores condições. E do nome nas costas de uma camisola.
No dia do jogo, havia mais gente a ver que o habitual. Todos tinham ouvido falar da equipa do Fã. Ninguém os conhecia, mas apostava-se que a Praceta ia perder.
Hoje, já poucos se lembram do resultado do jogo. Uns dizem que foi um empate; outros sabem que a Praceta começou a ganhar 1 a 0.
Mas, das camisolas ninguém jamais se esqueceria: eram brancas com golas e punhos vermelhos. E, na parte de trás, acima de um número sombreado a feltro, cada uma tinha um nome. Aliás, todas, sem excepção, mesmo a do Jorge, tinham o mesmo orgulhoso nome: FÃ FUTEBOL CLUBE.
- Viste a cueca que eu dei ao gajo?
- E aquela de calcanhar? Bem, se aquela entra…
Qualquer testemunha mais desavisada, veria naqueles cinco de tronco nu um rolo compressor a voltar à base. Trazendo os ténis nas mãos, era como se ostentassem orgulhosamente as mortíferas armas do crime. Quase que dava para adivinhar que, no balneário do lado, um enlameado guarda-redes adversário estaria sentado no chão, enquanto as mãos lhe seguravam a cabeça.
Em suma, não se diria que aquele exército de alegre virtuosismo pudesse ter sentido qualquer resistência no ataque às linhas oponentes. Mas muito menos se diria que o score tinha ficado em 2 a 6. Para os outros.
O futebol de salão era assim. Nem sempre se ganhava. Mas como qualquer desporto que sorria aos tecnicistas, havia sempre um jogo dentro do jogo. Fazer mais golos era importante. Mas o que mais tarde se lembrava eram as duas ratas na mesma jogada que o Fanã tinha feito ao calmeirão com a camisola do Bayern.
Nesta faceta do jogo, a equipa da Praceta interpretava essa filosofia com grande seriedade. Uma defesa não seria defesa se o guarda-redes não caísse no chão de seguida. Melhor que isso, só se ele socasse uma bola sobre a trave para na queda se emaranhar nas redes da baliza.
Ficou histórica uma parada do Jorge num campo para os lados de Alvalade: chovia como nunca e quando ele esmurrou para cima um forte remate, um relâmpago rebentou nos céus trovejantes. Ninguém mais se havia de esquecer.
Tanto perdiam como ganhavam, mas nunca, por nunca ser, entregavam o mérito da abertura do marcador. Assim que o jogo começava, assistia-se a um vigoroso raide à baliza adversária. E só se descansava, quando se desfloravam as redes. A partir dali, a poupança de esforços passava a dominar a actuação.
No entanto, que não se fique com uma ideia errada: a equipa da Praceta era uma equipa de ataque. Bastava para tal pousar os olhos no seu sector defensivo. Isto se se puder chamar de sector a uma única camisola que, qual tresloucado iô-iô, ia do lado esquerdo ao direito do campo, tentando chegar aos dois ou três oponentes que trocavam a bola entre si.
Num deliberado sistema 1x3, os avançados da equipa assistiam pausadamente à angústia defensiva. E, a cerca de dez metros da cena, aguardavam que um corte providencial pudesse originar uma eficaz transição defesa-ataque. Se desse em golo adversário, eles regressavam ao seu meio-campo (é sabido que se reiniciava ali o jogo). Mas se o defesa ou o guarda-redes tivessem feito o papel que lhes cabia, eles já estavam onde deviam. Junto à área dos outros.
E aí aqueles três feiticeiros da nota artística estavam como peixes na água. O Paulo do 2 (na Praceta, os números dos prédios eram também apelidos) jogava com souplesse de anjo. Dava sempre as boas-vindas à bola com uma suave carícia e tal era a sua técnica que parecia ter mãos em lugar de pés. Não sabia defender e, talvez por ciúme, só no limite é que deixava a bola para alguém. Mas, quando o fazia, podia eliminar a oposição de dois suados e resfolegantes defesas com um sereno toque de calcanhar. Depois, ainda que com antecipada saudade, fazia-a sair redondinha para os pés do Fanã.
O Fanã cabeceava como o Rui Águas e até era melhor de pés do que ele. Era pena que o futebol de salão fosse desporto de bola rasteira. Mas, se assim não fosse, ele não faria tantas vezes aquela finta em rodopio que deixava os adversários à procura do esférico. Não vinha muito à defesa e só passava a bola quando não havia (mesmo nenhuma) hipótese de rematar à baliza. Mas, se (e só se) houvesse um muro a tapar-lhe o alvo, era homem para levantar a bola e passá-la para o Brux com o ombro esquerdo.
O Brux pertencia à fina estirpe de atacantes que do imobilismo absoluto, surpreendia toda uma matilha de defensores ao explodir para uma velocidade warp. Com a sua desconcertante finta em progressão de um pé para o outro, era a modos que o Romário da Praceta. É certo que nunca se aproximava da sua defesa e desconhecia o conceito da desmarcação dos colegas. Mas, quando chegava à rede adversária, era um assassino desapiedado. A menos que a vontade lhe desse para um remate à trave depois de fintar duas vezes o guarda-redes. O que, segundo os parâmetros da Praceta, era façanha para mais tarde recordar.
Nesta ordem de coisas, o time da Praceta era admirado no bairro. E, se se podia perder além-fronteiras, já a Picheleira não tinha equipa à altura daqueles cinco. Foi então que começou a surgir o rumor:
- Parece que o Fã vai fazer uma equipa de futebol de salão.
A primeira reacção foi de surpreendida displicência. O Fã podia virar os cinco do avesso só com o braço esquerdo, mas não havia um único cigano com reputação de temível futebolista. Assim, mais ninguém pensou no assunto.
Mas, numa Terça-Feira à noite, enquanto os da Praceta jogavam (conta-se que já estavam a ganhar 1-0), o Fã foi visto a entrar na Tuna de Chelas. E, durante todo o tempo do jogo, ali ficou. E com modos de observador de clube estrangeiro.
No fim do jogo, enquanto alguém falava de um golo de bicicleta, o Fã aproximou-se no seu passo gingado em que não assentava os dedos dos pés no chão. E, com as mãos cruzadas atrás do fundo das costas, fez um sinal com a cabeça ao Malveira.
Do Malveira não se falou ainda aqui. Ele era o 1 do sistema 1x3. Em suma, ele era o desamparado sector defensivo. Não tinha a arte dos demais e, apesar de insistir que punha a bola onde queria com os seus passes em profundidade, o resto da equipa demorava-se num unânime silêncio quando chamados a concordar com os seus dotes de distribuidor de jogo.
Por isso, diz quem viu que ele até encheu o peito quando o cigano Fã lhe gaguejou:
- Tu-tu, tu és, e-e-e-, tu és um grande e-e-e tribulidor e-e-e de jogo.
- Chiça, ó Fã, hoje nem joguei nada.
- Na-na-não, jo-jogastes bem. Jo-jogastes bem.
- Olha, deu p’a ganhar. Mas os outros gaj…
- Ou-ouve. Ou-ouve o que e-e-e eu te vou e-e-e dizer.
- Diz, diz.
- E-e-e-e não que-que-res ir jogar p’ra e-e-e minha equipa?
Quem estava perto, diz que o Malveira ficou branco. O Fã, de quem se contava ter morto um tipo na prisão, não era do tipo de pessoas a quem seria fácil dar um “não” como resposta.
- Epá, ó Fã, já jogo com o pessoal desde miúdo. Gostava de ir jogar para ti, mas depois o pessoal nem me falava.
- Ou-ouve. Ou-ouve. Man-mandei e-e-e fazer umas e-e-e-e camisolas e-e com o nome e-e-e-e-e nas costas.
- Ó Fã, desculpa lá, pá. Mas há-de haver aí montes de gajos a quererem ir p’a tua equipa.
- Que-que-quero um e-e-e tribulidor de jogo. Mas se e-e-e não vens, então e-e-e não vens.
A partir daí, ficou-se a saber. Não era história. O Fã estava a fazer uma equipa para jogar contra eles. E até ia mandar fazer camisolas com os nomes nas costas.
Quando, passadas umas semanas, a equipa do Fã ficou pronta, ele mandou entregar o desafio. E quem fez o anúncio até foi o Jorge, tido como o melhor guarda-redes da Praceta.
- Olha, o Fã quer jogar contra nós amanhã.
- O Fã? Mas ele sempre arranjou gajos?
- Então, joga o Maria do Rio, joga um gajo que é dos seniores do Palmense… Os outros não os conheço.
- E quem é que joga à baliza dele?
Foi então que caiu a bomba. Um verdadeiro autogolo no último minuto.
- Pá, eu vou passar a jogar deles.
- Vá lá, quem é o gajo?
- Sério. Vou jogar na equipa dele.
- O quê, vais jogar do Fã?! E dizes isso agora?
- Epá, desculpem lá. Ele até já mandou fazer uma camisola com o meu nome.
Num sinal dos tempos, a equipa da Praceta tinha sido desfalcada por um adversário com maior poderio financeiro. O Jorge sempre tinha jogado ali. Mas, ao primeiro convite, não resistira à tentação de melhores condições. E do nome nas costas de uma camisola.
No dia do jogo, havia mais gente a ver que o habitual. Todos tinham ouvido falar da equipa do Fã. Ninguém os conhecia, mas apostava-se que a Praceta ia perder.
Hoje, já poucos se lembram do resultado do jogo. Uns dizem que foi um empate; outros sabem que a Praceta começou a ganhar 1 a 0.
Mas, das camisolas ninguém jamais se esqueceria: eram brancas com golas e punhos vermelhos. E, na parte de trás, acima de um número sombreado a feltro, cada uma tinha um nome. Aliás, todas, sem excepção, mesmo a do Jorge, tinham o mesmo orgulhoso nome: FÃ FUTEBOL CLUBE.
O meu amigo Seth referiu e muito bem, que o defesa dessa famosa equipa "punha a bola onde queria"... Ao nível de um Beto Saraiva, que fazia o mesmo, mas passando sempre a bola para o lado oposto onde estava a olhar.
Seth, uma pérola esta memória. E verdadeira. O primeiro era sempre nosso.
Abraços.
Tinha curiosidade de saber se o amigo Waick ainda faz 9,9 aos 100.
Assim, era tipo para constatar os seus esforços (e de outros distintos amigos que sei para aí também andarem) nas suas jogas de Paço d'Arcos.
A que dias e horas é que tal acontece? O Fanã já me fez o convite para aparecer de ténis, mas prefiro achar que eles estão a lavar. Não vá o raio do bicho apertar...
Um abraço em profundidade
Infelizmente passou para 19,9 aos 100...
Recordo-lhe que toda a sua linha avançada, da equipa da Praceta, joga ainda presentemente no Pavilhão daquela velha escola, em Paço de Arcos, onde o meu amigo também já jogou.
Penso que bastará aparecer e será bem vindo.
Um abraço também com profundidade.
E isso, caro amigo, é a que horas e dias? Peço desculpa pelo rodriguinho, mas falta-me a vontade de chegar lá e estar a acontecer um jogo entre equipas do antigo Bairro da Pedreira dos Húngaros.
Penso que não me leva a mal.
Despeço-me com uma calorosa variação de flanco.
Com um pedido de desculpa pelo lapso, julguei que o meu amigo se lembrava que era (e é) às 5ªs feiras, das 21h30 às 22h30. Só ainda não lhe sei dizer quando recomeçam os jogos mas estarão para breve visto já terem começado as aulas.
Saudações waickianas.